Define-se Luz!

Sei muito de mim. Às vezes me perco, mas me defino num caminho de infinitas possibilidades e flores incontidas de tanto brilhar num vaso espelhado.
Não sei se quando escrevo toco as estrelas ou mergulho no mar. Me perco. Mas me encontro, porque da liberdade venço meus medos e vôo a caminho do ilógico, do improvável, do irreverente.
Brilhos.
Ando perdida por aí. Às vezes sorrio, às vezes corro. Não sei bem quando é o tempo das coisas. Mas elas acontecem. Sem razões, explicações, deduções. Sem matemática, nem história. Virou um conto.
E de novo me perco, porque da perda, vem o confronto. Essas dores profundas salvam uma alma. Ela desperta.
Quem caminha desperto, ganha a oportunidade de perder a escuridão. Define-se luz.
Me permiti me perder. Me permiti duvidar. Me permiti pedir ajuda. Me permiti me encontrar.
E me perdi. De novo.

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